Pacheco defende produtividade do Congresso e mira governo de Minas

PACHECO (C), QUE PRESIDIU O SENADO NOS ÚLTIMOS QUATRO ANOS, EM ENTREVISTA COM VENEZIANO VITAL DO RÊGO E WEVERTON / Foto: Marcos Oliveira - Agência Senado
PACHECO (C), QUE PRESIDIU O SENADO NOS ÚLTIMOS QUATRO ANOS, EM ENTREVISTA COM VENEZIANO VITAL DO RÊGO E WEVERTON / Foto: Marcos Oliveira - Agência Senado
3 de fevereiro de 2025 | às 11:02

BRASÍLIA – O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), que deixa o cargo após as eleições do Congresso neste sábado, 1º, tem o governo de Minas na mira. Em entrevista coletiva antes da sessão que definiu o novo chefe da Casa, o senador disse que “evidentemente” ser governador do estado é um sonho que “sempre” teve.

Pacheco argumentou, contudo, que a avaliação sobre se irá ou não sair candidato em 2026 ainda será feita, após a conclusão de sua presidência no Senado. Ele ainda afirmou que se sentiu honrado e orgulhoso quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que queria vê-lo neste posto.

Ao comentar a declaração de Lula, Pacheco classificou o presidente como um “grande político e ser humano extraordinário” “Fico muito honrado de um presidente da República, como Lula, grande político e ser humano extraordinário, poder ter esse desejo e vontade (de vê-lo no posto de governador), e mais que isso, externar a vocês da imprensa da forma como fez, é motivo de alegria e honra. Recebo com sentimento profundo de honra e responsabilidade”, disse.

O senador disse ainda ficar honrado ao ouvir menções sobre seu futuro político, sendo lembrado em posições como de ministro de Estado ou governador, mas, sem cravar qualquer escolha, disse que a avaliação deve ser feita “ao seu tempo”.

“Sei que há muitas lembranças em relação ao meu nome. Fico muito honrado com esse reconhecimento, com o fato de ser lembrado para posições na República, seja como ministro de Estado, como governador do meu Estado, como disse Lula. Isso é motivo de orgulho e honra para mim. Mas a avaliação deve ser feita ao seu tempo. Momento hoje é de foco e luz ao Senado como instituição para escolhermos presidente e membros da mesa diretora”, afirmou

O líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), disse que pretende atuar como um intermediário entre Pacheco e Lula para definir um eventual ministério para o senador.

Na entrevista, Pacheco também agradeceu aos senadores pelo trabalho durante a sua liderança.

“Quero agradecer ao Senado, todos os senadores e senadoras, pelo trabalho desempenhado na entrega de diversos projetos transformados em leis e reformas importantes. Pode-se criticar o congresso em vários aspectos, mas não na capacidade de fazer entrega e produtividade de marcos legislativos”, disse.

O senador agradeceu também a parceria com a Câmara dos Deputados. “Conseguimos entregar em conjunto diversos marcos legislativos de interesse do País”, afirmou.

Pacheco ainda mencionou o Executivo, na pessoa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e o Judiciário, citando o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso. “Foram quatro anos muito marcantes, difíceis em alguns aspectos, mas com importantes realizações”, disse.

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