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DESAPROVAÇÃO DIMINUI/ Foto: Reprodução/Ricardo Stuckert
DESAPROVAÇÃO DIMINUI/ Foto: Reprodução/Ricardo Stuckert
17 de julho de 2025 | às 09:31

Protesto

O grupo Direita BH organiza um protesto para o próximo domingo, 20, na Praça da Liberdade, localizada na Região Centro-Sul de Belo Horizonte. O ato está previsto para começar às 10h e, assim como manifestações anteriores realizadas no mesmo local, tem como foco a defesa do impeachment do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG).

 

Eixos

A manifestação foi anunciada como um ato contra o avanço do autoritarismo, a perseguição política e o desrespeito à Constituição Federal. Segundo os organizadores, a pauta é dividida em três eixos: a destituição do ministro Alexandre de Moraes, por supostos abusos do STF e em defesa da independência entre os poderes; a saída do presidente Lula, sob acusações de corrupção, má gestão e ataque à economia e aos valores nacionais; e o afastamento do senador Rodrigo Pacheco, acusado de se omitir diante de violações constitucionais por parte do Judiciário.

 

Quaest

De acordo com a mais recente pesquisa da Quaest, divulgada nesta quarta-feira,16, a taxa de desaprovação do governo Lula recuou 4 pontos e agora está em 53%, variação dentro da margem de erro, que é de 2 pontos percentuais. Já a aprovação da gestão apresentou leve alta, atingindo 43% dos eleitores ouvidos.

 

Desaprovação

Na pesquisa anterior da Quaest, a desaprovação ao governo atingiu o pico de 57%, enquanto a aprovação caiu para 40% — a menor registrada até então, com uma diferença de 17 pontos percentuais. No levantamento divulgado nesta quarta-feira, essa distância diminuiu para 10 pontos, o menor intervalo desde janeiro, quando os índices de aprovação e reprovação estavam tecnicamente empatados.

 

Trump

A pesquisa Quaest desta quarta também mostra que 72% dos brasileiros consideram que o presidente dos EUA, Donald Trump, está errado ao impor o tarifaço ao Brasil por acreditar que há uma perseguição política a Bolsonaro. Ainda de acordo com o levantamento, 79% dos entrevistados afirmam que a taxa de 50% anunciada pelo americano aos produtos brasileiros vai prejudicar sua vida ou de sua família.

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